Novos métodos, mesmo resultado?

Com a cachaça de alambique em alta no mercado nacional e internacional, está cada vez mais usual encontrarmos notícias relacionadas à aceleração da produção da bebida. A mais recente tentativa envolve alta tecnologia e radiação.

Pesquisadores do Centro de Energia Nuclear na Agricultura estão realizando experiências com o processo de irradiação para acelerar o envelhecimento da bebida. A técnica utiliza a emissão de ondas de radiação diretamente na cachaça pura, modificando as características do produto. Como a cor não é alterada com o procedimento, os cientistas contam com a adição de caramelo, própolis ou urucum para conferir a cor tradicional de uma cachaça envelhecida. Segundo os pesquisadores, a cachaça fica “similar à obtida pelo sistema convencional”.

A tecnologia pode nos ajudar em muitos aspectos, mas é difícil abandonar o tradicional método de produção. Quem leva a cachaça de alambique no coração enxerga a criação da bebida como arte. E nesse ponto, nem a mais avançada máquina pode competir com o tempo e paixão despendida por quem fabrica.

Fonte: http://migre.me/9mWoB

 

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